Poema inspirado na canção My Way (Comme D’habitude),

de Claude François & Jacques Revaux.

 

 

 

Se a vida chega ao fim, só culpo a mim se deu errado.

Eu desenhei assim, a minha vida, quadro a quadro.

Lutei para acertar – posso não ter feito bem feito,

mas sei, tudo o que fiz, foi do meu jeito.   

 

Se hoje eu sei cair, foi por andar. Errar é humano.

Não dá pra corrigir. É fim de ato, e desce o pano.

Mas fiz o meu melhor, no meu limite – sou imperfeito.

Porém, ou bem ou mal, fiz do meu jeito.

 

Diante do Maior Juiz, eu posso até me arrepender,

e não será do que eu fiz, mas do que deixei de fazer.

Da minha vida, o quê dizer? Fiz do meu jeito.

 

Não vale a intenção: o que se faz, aqui se paga.

E nem por remissão se justifica abrir a chaga.

Eu sempre procurei fazer o certo, o mais perfeito.

Se errei, ou se acertei, fiz do meu jeito.

 

Diante do Maior Juiz eu posso até pedir perdão,

não por ter feito o que bem quis, mas por seguir meu coração.

Quando me coube a decisão, fiz meu jeito.

 

 

 

Midi: My Way

Enrique Chia

 

 


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